Campeonato intercolegial da Rede Adventista de Educação é realizado pelas escolas de Salvador
Publicado por Diego Barreto da AB em 15/08/2011
Entre os dias 6 e 10 de agosto ocorreu no Clube do Sesi, em Simões Filho, o Encontro Desportivo dos Colégios Adventistas – ENDESCA 2011 – e contou com a participação de cerca de 1200 alunos das 10 unidades escolares de Salvador. Realizado a cada dois anos, o campeonato tem o principal objetivo de socializar e integrar os alunos da Rede Educacional Adventista, além, claro, de incentivá-los a aperfeiçoar a parte física, técnica e tática nas modalidades de futebol de salão, futebol society, handebol, natação, pebolim e tênis de mesa. Com todas as equipes de árbitros profissionais, cedidos pelas federações, o evento tornou-se mais competitivo, o que não ofuscou a capacidade dos atletas, que assim como nos anos anteriores, estiveram presentes alunos da rede que faziam parte da seleção baiana da modalidade que trabalha.
A primeira edição foi criada no final da década de 90 com todas as escolas do Nordeste e no ano de 2007 um grupo organizado pelo professor Ricardo Aragão implantou o ENDESCA Salvador, com a participação de 1200 alunos do ensino médio e fundamental. “Trabalhamos sempre de forma coletiva, com todos os professores bem envolvidos. Na edição deste ano todo o sistema educacional vestiu a camisa do evento – desde a direção e coordenação até o pessoal de disciplina. A gente se sente muito feliz porque é traçado um planejamento e quando Deus é colocado à frente, tudo dá certo. Ao final todos vamos levantar a taça porque a escola é a única campeã”, afirmou satisfeito o coordenador desportivo da rede de educação de Salvador.
Segundo a coordenadora pedagógica da rede de escolas de Salvador, Ana Paula Mercuri, no encontro são formados laços de amizade que duram a vida toda e, como não tem peso de nota acadêmica, a importância é justamente a socialização e o desenvolvimento de trabalho em equipe dos alunos. “Tivemos uma abertura no sábado à noite muito espiritual e além de trabalhar muito, estamos em conexão com Deus para que controle este evento. Como representante da instituição escolar adventista, fiquei muito feliz em ver que no final do último jogo os meninos se juntaram para agradecer a Deus o que conseguiu. Maravilhoso ver esse sentimento de unidade ligado à competição”. Assim como a professora Ana Paula, o diretor geral da Rede Adventista de Educação, professor Valdiael Melo, comentou que a escola deve investir em todas as instâncias para o bom desenvolvimento do aluno e com a parte física não é diferente. “Todas as redes educacionais têm investido consideravelmente na área de esporte. Como gerente deste segmento na Igreja, vejo que há uma necessidade muito grande de eventos assim porque o ‘guri’ já nasce pedindo uma bola. A escola não se restringe apenas à sala de aula, mas tem todo um contexto, principalmente o esporte.”, afirmou o coordenador que também é pastor adventista.
Visão da garotada
Meninos e meninas de todas as idades, após passar por uma seleção interna para a escolha das equipes, se encontram para a competição que altera a emoção de todos. Breno Queiroz, 13 anos, é aluno do Colégio Adventista de Paripe e quando indagado sobre a qualidade dos adversários, mostrou gana e vontade de superar a derrota que havia sofrido no primeiro jogo. “A ansiedade é grande, mas nosso time vai procurar dar o melhor e jogar com raça, porque viemos aqui pra nos divertir, mas acima de tudo, pra ganhar. O time é difícil mas vamos derrubar essa parede”, afirmou eufórico o atleta da equipe de handebol masculino, demonstrando sede de superação. Tiago Santos, 14 anos, colega de equipe de Breno, também não estava satisfeito com a derrota no primeiro jogo “Vamos com tudo pra virar a tabela e cair pra cima deles para cobrir os pontos e ganhar o campeonato”.
E não é apenas nos estádios que se encontra torcida organizada. Três alunas do Colégio Adventista de Itapagipe foram vistas aos gritos, com apito e “mamãe-sacode” dando ânimo à equipe de futebol de salão masculina e seus colegas de turma. “Meus colegas dão show na quadra e a nossa torcida arrasa. É a melhor do campeonato”, gritou Marília Lima, que se deslocou ao local do evento para participar da modalidade das arquibancadas: torcer e empurrar a equipe de coração. Kelly Lopes é aluna do Colégio Adventista da Liberdade e, como todas são amigas, estava infiltrada na torcida adversária e torcendo também pelos amigos: “fazer novas amizades é o melhor da competição”.
Como nem todos podem se sagrar campeões, horas depois da primeira entrevista, Breno, atleta de handebol do Colégio de Paripe, foi encontrado abatido e choroso, mas satisfeito e demonstrando o real sentimento de todos os participantes: “Perdemos outro jogo e fomos eliminados. Mas o que valeu foi a diversão com meus amigos e a sensação de ver que todos estão felizes por estarem aqui”.
A primeira edição foi criada no final da década de 90 com todas as escolas do Nordeste e no ano de 2007 um grupo organizado pelo professor Ricardo Aragão implantou o ENDESCA Salvador, com a participação de 1200 alunos do ensino médio e fundamental. “Trabalhamos sempre de forma coletiva, com todos os professores bem envolvidos. Na edição deste ano todo o sistema educacional vestiu a camisa do evento – desde a direção e coordenação até o pessoal de disciplina. A gente se sente muito feliz porque é traçado um planejamento e quando Deus é colocado à frente, tudo dá certo. Ao final todos vamos levantar a taça porque a escola é a única campeã”, afirmou satisfeito o coordenador desportivo da rede de educação de Salvador.
Segundo a coordenadora pedagógica da rede de escolas de Salvador, Ana Paula Mercuri, no encontro são formados laços de amizade que duram a vida toda e, como não tem peso de nota acadêmica, a importância é justamente a socialização e o desenvolvimento de trabalho em equipe dos alunos. “Tivemos uma abertura no sábado à noite muito espiritual e além de trabalhar muito, estamos em conexão com Deus para que controle este evento. Como representante da instituição escolar adventista, fiquei muito feliz em ver que no final do último jogo os meninos se juntaram para agradecer a Deus o que conseguiu. Maravilhoso ver esse sentimento de unidade ligado à competição”. Assim como a professora Ana Paula, o diretor geral da Rede Adventista de Educação, professor Valdiael Melo, comentou que a escola deve investir em todas as instâncias para o bom desenvolvimento do aluno e com a parte física não é diferente. “Todas as redes educacionais têm investido consideravelmente na área de esporte. Como gerente deste segmento na Igreja, vejo que há uma necessidade muito grande de eventos assim porque o ‘guri’ já nasce pedindo uma bola. A escola não se restringe apenas à sala de aula, mas tem todo um contexto, principalmente o esporte.”, afirmou o coordenador que também é pastor adventista.
Visão da garotada
Meninos e meninas de todas as idades, após passar por uma seleção interna para a escolha das equipes, se encontram para a competição que altera a emoção de todos. Breno Queiroz, 13 anos, é aluno do Colégio Adventista de Paripe e quando indagado sobre a qualidade dos adversários, mostrou gana e vontade de superar a derrota que havia sofrido no primeiro jogo. “A ansiedade é grande, mas nosso time vai procurar dar o melhor e jogar com raça, porque viemos aqui pra nos divertir, mas acima de tudo, pra ganhar. O time é difícil mas vamos derrubar essa parede”, afirmou eufórico o atleta da equipe de handebol masculino, demonstrando sede de superação. Tiago Santos, 14 anos, colega de equipe de Breno, também não estava satisfeito com a derrota no primeiro jogo “Vamos com tudo pra virar a tabela e cair pra cima deles para cobrir os pontos e ganhar o campeonato”.
E não é apenas nos estádios que se encontra torcida organizada. Três alunas do Colégio Adventista de Itapagipe foram vistas aos gritos, com apito e “mamãe-sacode” dando ânimo à equipe de futebol de salão masculina e seus colegas de turma. “Meus colegas dão show na quadra e a nossa torcida arrasa. É a melhor do campeonato”, gritou Marília Lima, que se deslocou ao local do evento para participar da modalidade das arquibancadas: torcer e empurrar a equipe de coração. Kelly Lopes é aluna do Colégio Adventista da Liberdade e, como todas são amigas, estava infiltrada na torcida adversária e torcendo também pelos amigos: “fazer novas amizades é o melhor da competição”.
Como nem todos podem se sagrar campeões, horas depois da primeira entrevista, Breno, atleta de handebol do Colégio de Paripe, foi encontrado abatido e choroso, mas satisfeito e demonstrando o real sentimento de todos os participantes: “Perdemos outro jogo e fomos eliminados. Mas o que valeu foi a diversão com meus amigos e a sensação de ver que todos estão felizes por estarem aqui”.











