Campo Grande: Terra de Esperança
A região de Primavera, Arapiraca, também está focada no projeto Terra de Esperança – projeto da Igreja Adventista do Sétimo Dia que pretende levar a mensagem bíblica para cidades do Nordeste ainda sem presença adventista – E Campo Grande, a 35 km de Arapiraca, já está sentindo os efeitos desse movimento evangelístico.
No dia 5 de fevereiro, a igreja Central de Primavera, junto a membros de outras igrejas como Verdes Campos, Manoel Teles e Primavera I, foram ao município de Campo Grande distribuir 1200 livros Tempo de Esperança. A segunda etapa do projeto conta com o envio de dois obreiros, que a partir do dia 25 de abril, iniciaram o trabalho de estudos bíblicos, principalmente com as pessoas que receberam os livros. O custeio dos obreiros ficou por conta das doações do departamento responsável por novas congregações e ministérios adventistas – a Missão Global – também conta com a grande colaboração financeira da Igreja Central de Primavera e dos pequenos grupos. “Até nisto, os pequenos grupos facilitarão o trabalho da Igreja”, afirma o coordenador de pequenos grupos da igreja de Primavera.
Serão três meses de trabalho em Campo Grande até o mês de Agosto, quando o pr. Mário Henrique, líder religioso do distrito da Primavera, realizará a série de evangelismo público. A cidade hoje possui apenas dois membros da igreja. A dona Anália, que tem 84 anos e a sua irmã, carinhosamente conhecida por Detinha, que congrega numa cidade próxima a 15 km, e diz: “Faz dois anos que moro em Campo Grande. Nunca tive o prazer de ter uma igreja Adventista em minha cidade. Este é um sonho que está prestes a se realizar!”
O grupo mantenedor do projeto de construção da Igreja em Campo Grande é o departamento de Desbravadores da sede administrativa da igreja para as regiões de Sergipe Alagoas. O pastor Odair de Almeida, líder dos desbravadores para os dois estados, afirma que “a construção da igreja em Campo Grande é a nossa prioridade, entre as quatro cidades sob a nossa responsabilidade!”
Enviada pelo pastor Mário Henrique Guedes e revisada pela jornalista Rafaella Oliveira











